3 de ago. de 2012

O que D. Pedro Casaldáliga tem a nos ensinar por Arcângelo Scolaro

 

Estimado leitor do blog,
Recebi uma linda carta de um amigo comentando a postagem Bater para educar os filhos: você concorda com isso?. Como ela trás uma importante reflexão pedi a esse amigo a autorização para compartilhá-la com você. Veja abaixo o que nos diz Arcângelo Scolaro.

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“Quem fica na floresta um dia, quer escrever uma enciclopédia; quem passa 5 anos, fica em silêncio para perceber o quanto é profunda e complexa a Criação” (D. Pedro Casaldáliga).

Bom dia amiga,
Parabéns pela sua luta em favor do tesouro maior que a humanidade tem: as crianças. Bem aventurados aqueles que defendem, ou pelo menos tentam defender os mais fracos, sobretudo as crianças, e eu tenho certeza de que o mundo será melhor o dia em que a humanidade aprender a lição das crianças e, não apenas só tentar dar lições para as crianças, lições essas cheias de vícios, de preconceitos, autoritarismos, falsidades...
Eu ouvi certa vez D. Pedro Casaldáliga, se referindo ao trabalhadores dizendo assim, "quando estes estão certos eu caminho com eles, quando eles estão errados ou equivocados eu sento com eles". Com as crianças a nossa atitude deveria ser essa também, acontece que não nos damos o tempo de sentar com elas e aí as coisas são resolvidas por meio da violência.
Essa é a lição que estamos deixando para as crianças: os problemas se resolvem com violência e depois nos gastamos tempo fazendo campanhas pela paz. É paz nos campos de futebol, é paz na estrada, paz na escola e o escambau de lutas pela paz que se tornam vazias ou contraditórias, sem resultados porque na realidade ensinamos com o exemplo: o que resolve mesmo é a violência. A gente faz da violência até esporte, existe coisa mais deplorável do que bater violentamente no outro e denominar isso de esporte e ganhar toda a publicidade possível dos meios de comunicação?
Esse mundo precisa de gente que acredite que outro mundo é possível, a começar por aí, criança acolhida, feliz, amada e aprendendo a amar e, a ser solidária. Se isso acontecer com certeza teríamos que resolver o problema de desemprego dos agentes carcerários.
Um grande abraço a você e continue na sua missão nobre. Não sei das suas crenças religiosas, mas com certeza você é uma das bem aventuradas do Reino de Deus.
Arcângelo Scolaro*


Caminhado pela floresta
Outras aprendizagens sobre a Floresta

Aprendendo com os erros
O mestre, conduz seu aprendiz pela floresta. Embora mais velho, caminha com igualdade, enquanto seu aprendiz escorrega e cai a todo instante.
O aprendiz blasfema, levanta-se e cospe no chão traiçoeiro e continua a acompanhar seu mestre.
Depois de longa caminhada, chegaram a um lugar sagrado. Sem parar, o mestre dá meia volta e começa a viagem de volta.
- Você não me ensinou nada hoje- diz o aprendiz, levando mais um tombo.
- Ensinei sim, mas você parece que não aprende – respondeu o mestre – estou tentando te ensinar como se lida com os erros da vida.
-E como lidar com eles?
- Como deveria lidar com seus tombos- respondeu o mestre- Em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que o fez escorregar.



*Arcângelo Scolaro, graduado em Filosofia pela Universidade de Passo Fundo (1976), graduado em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1980) e mestre pela Universidade Católica de Goiás (2001). Atualmente é pró-labore da Universidade Estadual de Goiás, professor concursado - Secretaria Estadual da Educação.

Fonte: Blog Educar sem Violência. Cida Alves. 2012

1 de ago. de 2012

Bater para educar os filhos: você concorda com isso?


Bater ou não nos filhos quando eles se comportam mal? Para a maioria dos brasileiros, a palmada é uma medida educativa e eficaz, não reconhecida por quem a aplica como um ato de violência, mas diversos estudos mostram exatamente o contrário.
Sede do Laprev
Professora Lucia Williams na sede do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência da Universidade Federal de São Carlos - Laprev/UFSCar (foto: Cida Alves).

Entrevista com Lucia Williams e Paolla Santini

Chinelo, cinta, empurrão, tapas, beliscões, puxões de orelha. Quando tudo parece falhar, pais utilizam a punição física em resposta a um comportamento inadequado das crianças. “Este tipo de violência é tão antiga que se confunde com a própria história da humanidade”assinalam as pesquisadoras Paolla Santini e Lucia Williams, do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência da Universidade Federal de São Carlos (Laprev/UFSCar).

Paolla e Lucia são autoras de diversas pesquisas sobre o tema e, recentemente, colaboraram com um artigo (Castigo corporal contra crianças: o que podemos fazer para mudar essa realidade?) para o livro digital “Comportamento em Foco”,organizado pela Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. Nele, além de uma série de dados – resultados de pesquisas feitas tanto pelas autoras como por outros pesquisadores – elas desmitificam argumentos comumente utilizados para justificar o castigo corporal.

Porque não bater

Segundo as autoras, os pais utilizam o castigo físico como uma forma de controlar o comportamento de seus filhos – geralmente alimentado por uma expectativa irreal que os pais criam. “Quando o comportamento alvo inicialmente cessa, o comportamento coercivo dos pais é reforçado”, confirmam. Mas uma ampla pesquisa realizada em 2001 no Brasil com 894 crianças mostrou que os sentimentos que as crianças relataram não foram de respeito, mas dor, raiva, medo e revolta em relação aos pais, que deveriam ser modelos de apoio, carinho e segurança.

Mau gênio, temperamento difícil e respostas emocionais como choro, medo ansiedade e raiva, são alguns dos mecanismos que a criança que apanha pode desenvolver com o objetivo de desestabilizar o adulto.
“Bater ensina a criança a se comportar pelo medo de ser punida e não em busca de consequências positivas. A criança aprende que o modelo agressivo é aceitável para resolver problemas”, diz Paolla.

Um estudo realizado em 1998 com 17 mil participantes é o mais amplo encontrado na literatura sobre o tema da vitimização por violência na infância e os efeitos na saúde, conhecido como ACE Study (Adverse Childhood Experiences Study). A pesquisa buscou analisar a relação entre múltiplas categorias de traumas infantis e suas consequências para a saúde e comportamento na vida adulta.

Os resultados dessa pesquisa mostraram que aqueles que relataram ter vivenciado quatro ou mais categorias de exposição à violência – entre elas abuso psicológico, físico ou sexual; violência contra a mãe pelo parceiro; viver com pessoas que faziam uso abusivo de substâncias -, em comparação àqueles que não enfrentaram qualquer tipo de adversidade, apresentaram de quatro a 12 vezes mais riscos de saúde relacionados ao abuso de álcool ou drogas, depressão e tentativas de suicídio; eram duas ou quatro vezes mais propensos ao tabagismo; e 1.4 a 1.6 em mais riscos de inatividade física e obesidade mórbida.

“Muitos dizem: ‘eu apanhei quando criança e sou uma pessoa bem sucedida e feliz. Apanhar foi importante para isso’. Mas, assim como pessoas sabem que o cigarro faz mal e continuam fumando, também sabem que a violência é inaceitável e continuam praticando-a. Há pessoas que fumam e vivem até os cem anos, mas isso não refuta os dados de que fumar leva à morte precocemente. As exceções são interessantes, mas não alteram os dados baseados em pesquisas científicas. Portanto, provocar dor ou medo não é a melhor opção.”

Outro argumento é dizer que hoje as crianças são mais difíceis do que em outras épocas. “Estamos vivendo uma mudança cultural, na qual os pais precisam estar mais tempo fora de casa e muitas vezes têm dificuldades no processo educativo de seus filhos. Assim, as crianças e adolescentes passam muito tempo sozinhas, na frente da televisão, do computador, do vídeo game, com pessoas que não são da família, que não se sentem responsáveis por seu processo educativo ou que não sabem como fazê-lo”, explicam as autoras. Para corrigir isso, elas indicam que os pais reservem momentos diários para participação, diálogo e afeto. “Limites e disciplina não são sinônimos de palmadas, tapas e beliscões. É possível estabelecê-lo sem utilizar estes recursos.”

“Lei da Palmada” não tira a autoridade dos pais

Um tema que tem provocado debate na mídia, o projeto de lei 7672/2010 conhecido como “Lei da Palmada” estabelece “o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos”.

Caso a lei seja aprovada, os pais que a descumprirem poderão ser punidos de acordo com sansões previstas no Artigo 129, incisos I, III, IV e VI do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ou seja, os pais poderão ser encaminhados ao programa oficial ou comunitário de proteção à família, a cursos ou programas de orientação e obrigados a encaminhar a criança ou adolescente para tratamento especializado.
“A lei não tem como objetivo condenar ou perseguir os pais ou responsáveis. Ela visa melhorar a qualidade das estruturas de apoio e atenção aos pais, para que possam educar seus filhos de forma não violenta, bem como estimular políticas públicas como programas de treinamento para pais de orientação sobre práticas educativas positivas”, explicam as pesquisadoras.

Mas parece que ainda há dúvida entre a população. Uma pesquisa de âmbito nacional sobre este assunto, realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, concluiu que 54% das pessoas ouvidas são contrárias à aprovação do projeto; 36% são a favor; 6% indiferentes e 4% não souberam opinar. A pesquisa foi realizada no mês de julho de 2010, com mais de 10, 9 mil brasileiros com 16 anos ou mais.

Além da opinião sobre o projeto de lei, também foi perguntado aos entrevistados se eles já tinham agredido fisicamente seus filhos. Mais da metade, 58%, confirmaram. Outro dado mostra que 72% daqueles que responderam a pesquisa afirmaram ter apanhado dos pais quando crianças.

“Sendo assim, os entrevistados sofreram violência física por parte de seus pais e utilizam a prática contra seus filhos, apontando a manutenção do ciclo de violência entre as gerações”, concluem.

Educação Positiva dos seus filhos[5]
Educação positivaalternativas adequadas para disciplinar as crianças
Entre os trabalhos desenvolvidos pelo Laprev está o projeto Parceria, um programa de intervenção a mães vítimas de violência doméstica pelo parceiro. Um dos objetivos é prevenir problemas relacionados ao comportamento em seus filhos, utilizando dois módulos: psicoterapêutico e educacional. Para isso, elas desenvolveram uma Cartilha chama “Educação positiva dos seus filhos”, onde esclarecem dúvidas e ensinam técnicas para que estar mulheres eduquem seus filhos sem violência.
A Cartilha também traz alguns dos princípios considerados adequados para se educar as crianças, como:
  • Disciplina consistente – aquela que não é baseada no humor do responsável, mas nas regras combinas previamente com as crianças;
  • Limites – não baste dizer o que pode e o que não pode, é precisa explicar as razões das regras estabelecidas;
  • Regras firmas, mas flexíveis – por exemplo, o combinado era ficar estudando em casa, mas se chove há uma semana e naquele dia fez sol, a criança precisa passar algum tempo ao ar livre depois de tantos dias em casa. Neste caso, é importante explicar à ela porque aquilo esta sendo feito;
  • Supervisão adequada – que é o contrário de excesso de supervisão e controle;
  • Disciplina não coerciva – sem violência;
  • Interação verbal positiva, extensa e frequente;
  • Muito afeto;
  • Elogiar comportamento adequados – na maioria das vezes os responsáveis ficam atentos ao que a criança faz de errado e os comportamento adequados dificilmente são notados;
  • Ignorar comportamentos inadequados – quando for possível, porque, por exemplo, se a criança se comporta de maneira inadequada diante de algum outro adulto ou colegas é importante não ignorar e investigar o que pode ter acontecido;
  • Quando criticar comportamentos inadequados, fazê-lo em direção ao comportamento e não à criança;
  • Elaborar estratégias criativas e pacíficas (com base no diálogo);
  • Não fazer ameaças – a criança aprenderá a se comportar por medo de que algo ruim pode acontecer e não porque aquela tarefa é importante;
  • Reconhecer e validar esforços dos filhos para melhorar;
  • Demonstrar empatia – algumas situações podem ser difíceis para as crianças, como aprender a dormir sozinha na sua cama. Os pais não podem ceder, mas devem entender sua dificuldade e apoiá-las no processo de mudança;
  • Uso de modelos apropriados – a criança não seguirá regras impostas a elas, sendo que os pais não as cumprem; e
  • Minimização de brigas na frente dos filhos.

Fonte: Reportagem de Marina Teles Band.com em 18/07/2012 | TAGS:EDUCAÇÃO POSITIVAPALMADA. IN: Blog Educar sem Violência. Cida Alves. 2012.

31 de jul. de 2012

O Contador de Histórias


O Contador de Histórias (Brasil2009) é um filme biográfico, que conta a história de um contador de histórias. Trata-se de Roberto Carlos Ramos, ou Roberto Carlos Contador de Histórias, como é conhecido em Belo Horizonte. O diretor Luiz Villaça descobriu o contador de históriapor acaso, em um livro infantil que seu filho havia ganhado de presente, e após ler a história de Roberto Carlos, desenvolveu o projeto do filme premiado com o selo da Unesco, Organização das Nações Unidas.

O filme passa-se na década de 1970, iniciando sua ação na cidade de Belo Horizonte onde Roberto Carlos Ramos vive com a mãe e seus nove irmãos em uma favela. A mãe leva-o então para a Febem acreditando que lá o filho terá melhores oportunidades, podendo até tornar-se um doutor.
Na instituição, Roberto Carlos usa sua criatividade para conseguir mais comida e atenção, também aprende a impor moral entre os internos, mas ao tornar-se adolescente é transferido para outra instituição onde as regras são mais rígidas.Para fugir de castigos físicos, ele e outros internos descobrem o mundo das drogas e de pequenos delitos, fugindo sempre que aparece oportunidade para isso. Seu comportamento é rotulado pela instituição de irrecuperável. Nesse momento de sua vida, aparece a pedagoga francesa Margherit Duvas, que aos poucos, com palavras carinhosas e atitudes educadas vai conquistando o menino irrecuperável. Ela o adota e ele então tem a chance de se alfabetizar, estudar e dar asas a sua criatividade. Ambos vão viver na França. Após concluir seus estudos, Roberto Carlos retorna à Febém, como educador, e inicia sua história com outras crianças e adolescentes que ele vai adotando e criando uma família numerosa, com vinte filhos adotivos, alguns, como ele, ditos irrecuperáveis pelas instituições. 

Elenco




Fonte: Wikipédia.  O contador de  Histórias. 2012. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Contador_de_Hist%C3%B3rias. Acesso em: 31 jul. 2012. 


30 de jul. de 2012

Chinesa de 88 anos salva mais de 30 bebês abandonados nas ruas


Último filho de Lou Xiaoying, de 7 anos, foi achado por ela em lixeira. Exemplo comoveu o país, onde muitas crianças são deixadas nas ruas.


A chinesa Lou Xiaoying, hoje com 88 anos, que tirou das ruas mais de 30 recém-nascidos (Foto: Reprodução / Daily Mail)

Uma chinesa de 88 anos ficou conhecida por ter salvado a vida de mais de 30 crianças abandonadas nas ruas de Jinhua, na província de Zhejiang, e de ter criado várias delas com seu trabalho de reciclagem de lixo.

Lou Xiaoying, que sofre de insuficiência renal, recolheu as primeiras quatro crianças quando ainda estava com o marido, que morreu há 17 anos. Desde então, ela recolheu outras dezenas de bebês, que repassou a parentes e amigos para que pudessem adotá-los, segundo o “Daily Mail”.

O filho mais novo, Zhang Qilin, que tem 7 anos, foi achado numa lixeira por Lou quando ela tinha 82 anos.

“Mesmo que eu esteja ficando velha, eu simplesmente não podia ignorar aquele bebê e deixar ele morrer no lixo. Ele olhava tão doce e tão necessitado que tive que leva-lo para casa comigo”, disse ela.

Segundo a chinesa, os fihos mais velhos ajudaram a tomar conta de Qilin, que foi batizado com uma palavra em chinês que significa "algo raro e precioso".

Lou conta que tudo começou quando encontrou o primeiro bebê, uma menina, quando estava coletando lixo em 1972, abandonada na rua. “Vê-la crescer e se tornar forte nos deu tanta alegria que eu percebi que tinha um verdadeiro amor por tomar conta de crianças.”

“Percebi que se tinha força o suficiente para coletar lixo, como não poderia reciclar algo tão importante quanto vidas?”, questiona ela.

Lou, que tem apenas uma filha biológica, de 49 anos, dedicou sua vida desde então a cuidar de bebês abandonados.

O exemplo da chinesa se espalhou pelo país, onde milhares de bebês são abandonados nas ruas por pais atingidos pela pobreza.

Infanticídio de crianças não planejadas ainda é um problema em algumas áreas rurais daChina, mas é raro em cidades, onde os pais costumam a abandonar as crianças, mas não matá-las.

Fonte: G1. São Paulo. 2012. Disponível em.<http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/chinesa-de-88-anos-salva-mais-de-30-bebes-abandonados-nas-ruas.html>. Acesso em: 30 jul. 2012. 

29 de jul. de 2012

O Caçador de Pipas (The Kite Runner)


Sinopse

Kabul. Amir (Zekeria Ebrahimi) e Hassan (Ahmad Khan Mahmidzada) são dois amigos, que se divertem em um torneio de pipas. Após a vitória neste dia um ato de traição de um menino marcará para sempre a vida de ambos. Amir passa a viver nos Estados Unidos, retornando ao Afeganistão apenas após 20 anos. É quando ele enfrenta a mão de ferro do governo talibã para tentar consertar o ocorrido em seu passado.

Ficha  Técnicas

Título no Brasil:  O Caçador de Pipas
Título Original:  The Kite Runner
País de Origem:  EUA
Gênero:  Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 128 minutos
Ano de Lançamento:  2007
Estréia no Brasil: 18/01/2008
Site Oficial:  http://www.kiterunnermovie.com
Estúdio/Distrib.:  Paramount Pictures Brasil
Direção:  Marc Forster

Fonte: adoro cinema. filme caçador  de pipas. Disponível em: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-57735/. Acesso em: 29 jul. 2012

28 de jul. de 2012

ANJOS DO SOL


Sinopse 

Anjos do sol é um filme brasileiro que trata sobre a exploração sexual comercial de crianças e adolescentes. 

Maria (Fernanda Carvalho) é uma jovem de 12 anos, que mora no interior do nordeste brasileiro. No verão de 2002 ela é vendida por sua família a um recrutador de prostitutas. Após ser comprada em um leilão de meninas virgens, Maria é enviada a um prostíbulo localizado perto de um garimpo, na floresta amazônica. Após meses sofrendo abusos, ela consegue fugir e passa a cruzar o Brasil através de viagens de caminhão. Mas ao chegar no Rio de Janeiro a prostituição volta a cruzar seu caminho.

Fichá Técnica: 
É o primeiro filme de Rudi "Foguinho" Lagemann.
No elenco estão, entre outros, Antonio CalloniVera HoltzChico DiazRoberta SantiagoOtávio AugustoMary SheylaDarlene Glória (no papel da cafetina Vera), Bianca Comparato e a estreante Fernanda Carvalho, a protagonista, que tinha apenas onze anos na época das filmagens.
trilha sonora original conta com composições do gaúcho Flu, Felipe Radicetti e de Nervoso.
Lançamento no Brasil em 18 de agosto de 2006 e nos Estados Unidos (Nova Iorque) em 11 de agosto de 2006.

Fonte: Wikipédia. Filme Anjos do sol. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Anjos_do_Sol#Sinopse>. Acesso em: 28 jul. 2012.

Yuotube. ANJOS DO SOL (2006) TRAILER. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=eHJ1gcTAjvw. Acesso em: 28 jul. 2012.

27 de jul. de 2012

Os mitos sobre o projeto de lei Nº 7672/2010


Esclareça suas dúvidas sobre a Projeto de Lei 7672/2010 – Educação sem o uso de castigos físicos.
O projeto de lei que ficou conhecido como a “Lei da Palmada” tem causado muita discussão e há vários mitos a respeito dele. Esclarecemos alguns deles:
- O projeto NÃO propõe prender ninguém. Nenhum pai ou mãe será preso por causa desta lei.
- O projeto NÃO tira a autoridade dos pais e responsáveis.
- A polícia NÃO vai entrar na casa de ninguém por causa do projeto. Se houve alguma denúncia de violência contra a criança e o adolescente o responsável por entrar em contato com a família é o Conselho Tutelar da sua cidade.
- O projeto NÃO pune os pais. O projeto prevê medidas de visam prevenir a violência contra a criança, tais como: encaminhamento a programas oficiais e comunitários de apoio às famílias; possibilidade de tratamento psicológico ou psiquiátrico; cursos ou programas de orientação; encaminhamento da criança a tratamento especializado e advertência.
- Já existem muitas leis.  Para que mais uma? A proposta não é uma nova lei. Ela atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Caso ainda tenha dúvida escreva prá gente através da sessão Contato.
Fonte: Rede não bate eduque. Os mitos sobre o projeto de lei Nº 7672/2010 . 2012. Disponível em: <http://www.naobataeduque.org.br/conheca-a-rede/os-mitos-sobre-o-projeto-de-lei-n%C2%BA-76722010>. Acesso em: 27 jul. 2012.